Automação de processos industriais e ganho para empresas

A automatização de processos industriais é um aliado fundamental para indústrias que visam otimizar a produção, cumprir prazos de entrega, aumentar as vendas e obter uma maior assertividade nas operações.

A expectativa da consultora ABI Research é que 4 milhões de robôs e máquinas estejam em operação em mais de 50 mil armazéns no mundo até 2025. Entre as empresas que já adotaram até três tecnologias integradas aos processos industriais, 54% já registram lucro igual ou superior aos identificados no período pré-pandemia.

O que é e como funciona a automação de processos industriais?

A automatização de processos industriais depende da utilização de software e hardware para automatizar tarefas que não requerem a interferência de trabalho humano para serem realizadas.

 Assim, o aumento da automatização na indústria é baseado em 2 pontos:

 – substituição do trabalho manual do operador em tarefas repetitivas ou mais complexas, através da implementação de diferentes tecnologias;

 – optimização da qualidade do serviço ou do produto final, com uma redução dos custos de funcionamento.

 Portanto, a automatização dos processos industriais permite que uma máquina, que integra hardware e software, realize tarefas repetitivas com um elevado nível de precisão determinado pela programação do sistema.

Com a automatização, é viável para os peritos, que anteriormente estavam presos em ocupações repetitivas, avançar para processos mais estratégicos e criativos, mais alinhados com a capacidade humana de produzir e inovar.

 Quais são as aplicações da automatização na indústria de rotina?

 As aplicações da automação de processos industriais abordam tanto o crescimento da produtividade na fábrica como a gestão de processos. Algumas utilizações da solução são

 – a minimização dos ciclos de produção devido à repetibilidade dos processos automatizados;

 – reduzindo os perigos de acidentes nas indústrias através de fluxos que aumentam a estabilidade dos operadores e reduzem as situações de risco na produção;

 – controlo automático do stock de matérias-primas e bens, evitando rupturas de stock que comprometam a operação;

 – utilização de sensores para detectar alterações qualitativas ou quantitativas no processo industrial;

 – implementação de dispositivos e robôs para a execução de processos mecânicos;

 – Recolha de dados de produção para otimizar a organização e controlo da produção, com base na informação da linha de produção.

(Fonte: Blog Ramo Sistemas)

Marina Fioravante

Analista de Marketing. Formada em Publicidade e Propaganda e Jornalismo

0 comentários

Deixe uma resposta

Inscreva-se em nossa Newsletter. Receba as novidades no seu e-mail.